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Sendo Zeus um grande conquistador, apaixonou-se por Métis, deusa da sabedoria e da prudência, e esta engravidou. Porém, Urano e Gaia avisaram-no que Métis teria primeiro uma filha e depois um filho, que viria para destroná-lo — como ele havia feito com seu pai. Ele ficou muito apreensivo e, para impedir esta profecia, esperou que Métis adormecesse e engoliu-a grávida. Tempos depois, teve uma dor de cabeça tão terrível que saiu a urrar pela Terra. Então, Hermes trouxe Hefestos para salvar o pai. À beira do lago Tritônio, o artesão abriu a cabeça de Zeus com um golpe de machado e de lá saiu Atena, já vestida de armadura, elmo, armas e escudo, e dando um grito de guerra tão alto que abalou o céu e a Terra.

Atena herdou do pai o poder e, como havia saído de suas meninges, esse poder era mental. Da mãe, assimilou a prudência e a sabedoria. A deusa era como a luz que atravessava as nuvens, iluminando a escuridão. Na Ilíada, era referida como a deusa dos olhos brilhantes, numa associação com os olhos da coruja, ave que lhe era consagrada.

Atena era conhecida por sua habilidade como estrategista e por suas soluções práticas. Como antiga deusa da fecundidade, apresentava uma qualidade de criação psíquica. Sendo a deusa da sabedoria, possuía uma inteligência socializada e uma capacidade de síntese a partir da reflexão.

Atena ganhou o direito de virgindade eterna para poder cumprir sua função de guerreira, embora só fosse à guerra quando forçada. Porém a sua atividade guerreira, marcada pela bravura, era temperada ela prudência, pela lealdade e pela defesa dos ideais. Repugnava-lhe a crueldade, a barbárie, a sede de sangue e a carnificina. Defensora da justiça e da harmonia, era sensível demais para provocar brigas.

Atena era também uma grande diplomata, sendo sempre solicitada para resolver questões entre os deuses e os homens, como mediadora.

Atena era a deusa da razão, do equilíbrio, do espírito criativo. Regente das Artes, da Literatura e de todas as atividades do espírito. Seu caráter racional tinha mais afinidade com a Filosofia do que com a Poesia e a Música.

A deusa preferia a companhia masculina. Era chamada pelos gregos de “companheira dos heróis”. Sendo uma deusa virgem, era-lhe fácil evitar o envolvimento emocional e sexual com os homens, preferindo lutar ao lado deles.

by @stro.

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