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Monthly Archives: agosto 2009

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“Aquele perfume que outrora evocava lembranças de promessas e sentimentos de espera ansiosa agora irritaria a sua narina como acetona de quem apaga um esmalte velho. Passaria milhares e milhares de vezes o algodão umedecido tentando apagá-lo da memória, mas tudo que conseguiria seria uma sensação morna de álcool evaporado vagando entre entre o sublime e o risível. Assim, sem nunca ter entrado em contato de fato, desprenderia da mão como uma luva e se perderia na inexistente intenção de carinho e no gesto indeciso de adeus. Mas invariavelmente sempre lembraria em despedidas, em todas as despedidas, pelo resto da vida.”

Nick Farewell.

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chávena

Temos que estar totalmente despertos nos presente para apreciar o chá.

Apenas com a consciência no presente, as nossas mãos podem sentir o agradável calor da chávena.

Se estamos a ruminar o passado ou preocupados com o futuro, perdemos por completo a experiência de apreciar a chávena de chá.

Olharemos para o chávena e o chá já terá terminado.

A vida é assim. Se não estamos totalmente no presente, quando olharmos à nossa volta, esta terá desaparecido.

Teremos perdido a sensação, o aroma, a delicadeza e a beleza da vida.

Parecerá ter passado a correr por nós. O passado terminou. Aprendamos com ele e deixemo-lo ir. O futuro ainda não está aqui.

Planeemos sim, mas não gastemos tempo a preocupar-nos com ele. A preocupação é uma perda de tempo.

Quando paramos de ruminar sobre o que já aconteceu, quando paramos de nos preocupar com o que poderá vir a acontecer, então estaremos no momento presente.

Só então começaremos a experimentar a alegria de viver.

Pelo Monge e Filósofo budista viatnamita Thich Nhart Manh.

eneagrama

Em A Dimensão Espiritual, Maitri nos ensina:

–  Como fazer pra nos localizarmos entre os nove tipos e entender os dilemas espirituais que jazem, quase sempre inconscientes, na base da nossa estrutura psicológica.

– Como utilizar as informações sobre o nosso tipo, não só para compreender e transformar a nossa personalidade, mas também como um caminho para o desenvolvimento interior e um meio de acesso à nossa natureza essencial.

– Como compreender o nosso tipo como a resultante das infuências de suas “asas” que são dois tipos adjacentes: “a criança anímica”, uma estrutura interior cuja influência sobre a nossa vida é enorme, e os “subtipos instintivos”, que representam a nossa maneira de ser e de agir nos grandes setores da vida.